Michael Moore está de volta para criticar os planos de saúde

Não passe mal!! Pelo menos, se você estiver nos Estados Unidos. Este é o recado do filme mais recente do polêmico documentarista-espetáculo Michael Moore – “Sicko – $O$ Saúde” (2007). Este documentarista, acusado de realizar filmes auto-promocionais, ser apelativo, manipular as situações, ser anti-bush (isso é bom!) e etc. já falou em outros filmes sobre desemprego, armas, e até sobre a relação entre a família Bush e os Bin Laden. Agora, ataca o sistema de planos de saúde americano.

 

Mas não é um ataque qualquer. É um ataque de Michael Moore! Em alguns momentos, tem a força mais avassaladora do que um atentado a bomba. Ele explora as diversas brechas, as falcatruas, a falta de caráter e, principalmente, a diferença referente a outros países: Canadá, Inglaterra, França e…. Cuba! No início do filme, diz que anunciou em seu site que o documentário que planejava seria a respeito dos problemas com os planos de saúde e pede que as pessoas enviem e-mails com histórias a respeito disso. Em uma semana, recebeu mais de vinte e cinco mil e-mails. Histórias diferentes, com pessoas diferentes, atingidas por um mesmo problema.

 

Ao assistir a este documentário, não há como desvincular com os problemas que passamos aqui no Brasil. O preço dos planos de saúde e suas limitações. Se você quer um plano completo, tem que desembolsar uma boa quantia. Se quer ter um bom atendimento, tem que escolher um plano caro que lhe indique bons hospitais e cubra uma gama variada de exames. Não tenho conhecimento da porcentagem de recusas de exames e procedimentos realizados no Brasil, mas acredito que não seja no nível registrado por Michael Moore em seu país natal. Chega ao ponto de haver depoimentos de profissionais que eram instruídos e premiados quanto mais recusas fizessem para tratamentos requisitados por segurados.

 

Claro que podemos criticar o cineasta pelo método dele, mas acredito que isso deve ficar em segundo plano, visto que  o mais importante é aquilo que denuncia. Se ele explora o drama de seus personagens? Sim, ele explora. Mas estes dramas são verdadeiros? Isso é o que importa.

 

Além de tudo, o filme, apesar de ser triste quanto às informações, é divertido, engraçado e naturalmente irônico – algo típico de Michael Moore. E a questão fica: não passe mal! Não sei se ao assistir ao filme ou para não ter que depender de algum plano de saúde. Abaixo coloquei o trailer, para que possam ver um pouquinho daquilo que indico para vocês.

 

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Um comentário sobre “Michael Moore está de volta para criticar os planos de saúde

  1. Fala, master Hugo!!

    não vi o filme, mas certamente vou gostar. Apesar de Moore ser mesmo apelativo e oportunista, ele, pelo que percebo, não inventa casos e acasos e traz à tona histórias que são importantes e verdadeiras. Obrigado pela dica e parabéns pelo texto leve (pra leitura interessada, sem o peso do sono batendo às portas das pálpebras hehehe).

    abraço

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