O escafandro e a borboleta

Assistam a este filme poético e incômodo que trata do drama real de Jean-Dominique Bauby. Literalmente enclausurado em seu corpo, consegue apenas comunicar-se por meio de sua pálpebra esquerda. Por fim, inicia uma empreitada que resulta no livro “O escafandro e a borboleta”, no qual relata o que lhe passa na mente enquanto preso dentro de si.

O diretor Julian Schnabel consegue traduzir em imagens as descrições líricas de Jean-Do. A fotografia de Janusz Kaminski (parceiro há quinze anos de Steven Spielberg, desde “A lista de Schindler”) é bela e ao mesmo tempo auxilia no incômodo ao espectador. O primeiro terço do história é praticamente dado pela subjetiva distorcida e quase opaca do paciente, narrada ppor sua mente sã.

Não é um filme sobre doença. Não é um filme sobre pacientes sendo tratados em clínicas. É um filme a respeito da sobrevivência às condições adversas da vida, e a superação do espírito. Atenção à cena em que o pai de Jean-Do, interpretado por Max von Sydow, liga para o filho.

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3 comentários sobre “O escafandro e a borboleta

  1. Sempre com ótimas críticas! Esse é realemente um belo filme. Vale a pena assisitir.
    Grande abraço, Hugo! Ótimo trabalho!!!

  2. Hugo, tive a oportunidade de assistir esse filme logo que estreou e posteriormente no aulão (unisantanna).
    Gostei bastante, apesar de não ser muito fã de cinema francês.
    Salvo excessões como: Godart e Truffaut.
    Grato

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