“Hallelujah”

Ao pensar em sentimento, naquilo que torna nossos corações frágeis como folhas de seda, diversos momentos podem ser lembrados. Há alguns anos, eu passava por um período de tristeza devido a questões amorosas. Quando isso acontece, nos surpreendemos com o que pode nos sensibilizar.

Eu assistia ao filme Shrek, que nem gosto muito, quando começou a tocar esta canção. “Hallelujah”, de Rufus Wainwright. Quando percebi, já estava chorando. E não era por causa daquele bicho gordo e verde. Era por causa da melodia, do tempo, que traduzia perfeitamente o que eu sentia.

A canção rola como uma prece, mas trata do amor.

Depois que escutei a música no filme, fui atrás. Encontrei e repeti a audição diversas vezes, como uma autoflagelação, pois chorava toda vez que escutava. Hoje, ainda escuto. Mas não choro mais. Apenas me emociono, o que já me basta.

Esta postagem é uma homenagem ao sentimento, ao amor, ao sofrimento e à capacidade que as músicas têm de mexer conosco.

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